
MATILDE
ANTONIO PERIPATO 07/01/2009
Não foi o tempo que passou
Foi o mundo que parou
A soma do som é o eco
A soma do nada é oco
Quem quer muito tem pouco
Boca aberta berra
O brado redundante
Desço reto a serra
Calado delirante
Volto pra’quele bar
Onde o nome não tem rima
Agora a volta é por cima
Ele soube sair só
A goteira afastou o pó
Noutra vela veleja o velho
Em outra paz ele acredita
Será que é maldita ?
Mal aflita a flor
Que fita a dor do poeta
Volto de novo pra’quele bar
MATILDE ???
Onde será que deve estar?

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