SOLIDÃO DESEJADA
Antonio Peripato 06/01/2009
A solidão é quase sempre deletéria
Tão violentamente presente
Que parece matéria
Ambígua e onipresente
Nociva e criadora
Torturadora Inconsciente
Da batalha duradoura
Auto resgate, descobrimento
Reconhecer o que era segredo
e agora é manifesto
Crio sempre um condicionamento intermitente
Nado contra a corrente
Deixo sempre alguém na mente
Contradição inquietante
Da solidão do solitário
Tornar se o vigarista vigário
Deitar a solidão do otário
Permiti meu tempo de parada
Férias Filosóficas do Ser
O mundo é denso...
Tenso...
Penso!!!
Deixá-lo leve, líquido
Livre do consenso
Vivo a solidão de estar só
Estar só para ser
Vivo-a para não perecer...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
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